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Trabalho de equipa salva uma vida

21-03-2012 |

Trabalho de equipa salva uma vida
Trabalho de equipa salva uma vida
Na manhã do passado dia 12 um caldense voltou à vida, graças à intervenção de várias pessoas que cumpriram bem o protocolo de salvamento. Um homem com 59 anos teve uma paragem cardiorrespiratória na Praça da República, tendo um cidadão anónimo alertado o 112. Acontece que naquele momento estava a passar uma tripulação das ambulâncias de transporte ao serviço do hospital das Caldas, que parou e iniciou o suporte básico de vida. Sabendo que alguém já tinha ligado 112, Rui Melo, de 36 anos, que trabalha há 14 anos na Luso Ambulâncias, e Antónia Ganso, de 25 anos, que trabalha há três anos e meio na mesma empresa, permaneceram em manobras, até à chegada dos bombeiros. “Estávamos a passar a praça com o retorno de um doente do hospital termal e vimos um senhor no chão. Parámos a ambulância e junto da vítima verificámos que estava em paragem, porque não apresentava sinais vitais. Um popular disse que tinham ligado para o 112 e nós iniciamos o suporte básico de vida, até chegarem os bombeiros”, explicaram os dois tripulantes. Às 11h11, hora do alerta, foram acionados os bombeiros das Caldas, que chegaram ao local pelas 11h16 na ambulância do INEM, com bastantes dificuldades devido ao trânsito e viaturas estacionadas em ambos os lados da estrada. “Deixo um alerta para as entidades competentes, porque a forma como é feito o estacionamento da Rainha até à Praça, dificulta todo o dispositivo de emergência. Tivemos bastantes dificuldades em chegar ao local do acidente, porque andámos às voltas e a PSP não nos deixou ir em frente”, disse Pedro Marques, de 36 anos e bombeiro há 20 anos. “Quando chegámos já estava uma equipa da Luso Ambulâncias a fazer suporte básico há cerca de dez minutos. Nós aplicámos o desfibrilhador automático externo (DAE), que aplicou logo um choque recomendado. Depois seguiram-se mais cinco choques, três dos quais com a presença da equipa da VMER”, disse Sérgio Pinheiro, de 32 anos e bombeiro há 13 anos. Na presença da médica e do enfermeiro, foram administrados fármacos que foram vitais para trazer de volta José Florindo à vida. “Como o suporte de básico de vida foi bem feito, com a aplicação do DAE colocado, começámos o suporte avançado de vida com administração de fármacos. Fizemos a entubação e foram aplicados mais três choques, tendo o último deixado a vítima com ritmo compatível com pulso. Fizemos os cuidados pós reanimação e transportámos ao hospital, onde o senhor na altura já tinha recuperado consciência, e teve depois os cuidados hospitalares necessários”, disse Ana Almeida, de 33 anos e médica da VMER há dois anos e meio. Segundo fonte hospitalar, José Florindo esteve internado quase uma semana, tendo recebido alta antes do fim de semana, regressando a casa onde repousa. Este episódio de sucesso traz à ribalta que uma boa triagem e a colaboração entre as equipas pode dar sucessos importantes para a vida das pessoas. “O importante deste episódio é vermos que todos os elos da cadeia foram cumpridos”, disse Ana Almeida. Para Eddy Dias, de 37 anos, enfermeiro da VMER desde 2002, este tipo de protocolo de salvamento “deveria ser comum para toda a população. Todos deviam de saber técnicas de suporte básico de vida e ligar 112 de modo a serem acionados os meios ideais e diferenciados para a situação. Foi um ótimo trabalho de equipa e isso é que permitiu salvar aquela pessoa”, vincou, acrescentando que “a situação tinha uma situação de stress acrescido por ter sido na via pública, onde estávamos a ser observados e a sentir a pressão dos populares para o sucesso que felizmente tivemos”.   Carlos Barroso        
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